Essa é a história do meu milagre chamado RAFAEL.

Uma gravidez desejada, cheia de riscos, mais cheia de amor.

Tenho Incompetência Istmo Cervical com histórico de duas perdas: Carlos Daniel, 18 semanas, 2007 e Marcos Vinicius, 20 semanas, 2009.

Após 225 dias de repouso, descolamentos de placenta, duas cerclagens e diversas infecções, venci a IIC e recebi meu milagre na noite de Natal.

Hoje sou mãe!!!




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segunda-feira, 28 de março de 2016

4 anos de felicidade!!!

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Será?

Mais uma etapa em minha história...
Rafael está bem graças a Deus, no ultimo mês teve dengue, pneumonia, estomatite (ficou sem comer por 11 dias, alguns deles em dieta zero, ficou sem falar tbm) e no momento com bronquite.

Pois eh, não sei nem como começar...

Minha menstruação está atrasada há 5 dias.

Estou muito preocupada, na verdade estou chorando há 5 dias tbm.
Não estou com sintomas de gravidez, mas como não tomo anticoncepcionais e está atrasada, tudo que faz pensar que uma nova criança está a caminho.
Ontem fez dois anos que descobri a gravidez de Rafael, toda a gravidez de Rafael não me sai da cabeça. Muitos pensamentos rodeiam minha mente, sentimentos por meus filhos Carlos Daniel e Marcos Vincicius...

Enfim... Estou com muito medo.
Não estava preparada para essa noticia. Tenho um bebê agora que precisa de toda a minha atenção, cuido dele o tempo todo, estou com ele de corpo e alma. Não teria como pagar alguem pra me ajudar com o menino pq estou desempregada, decidi cuidar dele por mais um tempo, curtir meu filhote. Me preocupo com o repouso que seria quase impossivel.
Meus pais me ajudaram muito durante a gravidez do Rafa, minha mãe cuidou de mim por toda a gravidez, só que agora eles precisam de mim. Os dois estão com problemas sérios de saúde, meu pai particularmente fará 3 pontes de safena daqui a algumas semanas, ficará internado por duas semanas, mais o pré-operatório.  Estavam contando com minha ajuda, já que minha mãe tbm não poderá dar toda a atenção que ele precisará. Eu doaria sangue a meu pai, revezaria com minha mãe os cuidados no hospital enquanto meu marido cuida do meu filho.

Fiz o teste de farmácia hj cedo, deu negativo. Mais não confio ja que na gravidez anterior fiz o teste num sabado onde deu negativo e na segunda um betahcg que confirmou a gravidez. Hj saiu tbm uma pequena borra de café, somente uma sujeirinha, assim que eu acordei.
De qqr forma irei ao medico na segunda feira, até lá.. Impossivel não relembrar de todos os momentos que vivi nas 3 gravidezes anteriores.

Muito medo de perder mais um filho, por isso estou tão abalada. Sabendo que não farei repouso dessa vez..

Segue uma foto recente de meu milagre:





quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

1 ano e 1 mês

Rafael é apaixonado pelo avô, não quer mais saber de nada nem de ninguem, se o avô estiver perto ele chora, grita, faz birra não adianta tentar acalmar, quer ir para o colo do avô.

Ele é muito agitado, anda sem dificuldade, sobe no sofá, se abaixa e pega as coisas no chão, chama o gato mexendo os dedos  e fazendo som, dá tchau, chama, dança muita a música GANGNAM STYLE, assiste a xuxa e galinha pintadinha, mas por pouco tempo, não consegue ainda ficar parado assistindo tv. Na verdade ele corre e MORDE o dia inteiro, morde tudo e todos, coloca tudo que vê na boca, a casa tem que estar extremamente limpa e higienizada com alcool, principalmente os brinquedos e o chão.

Ele ama os animais. Todos eles, ficou encantado ontem quando viu um PERU pela primeira vez, saiu correndo atrás do bicho e eu tentando segurar ele rs
Meus pais tem um Merro, um pássaro de pequeno porte que se assemelha a um corvo, que canta bem alto toda vez que alguem mexe com ele, chamamos ele de CRIOLO. Me lembro bem que meus pais ganharam esse lindo pássaro quando eu estava internada aguardando o aborto de meu primeiro filho, em 2007, isso mesmo, aguardando aborto, ultimamente tenho pensado muito nisso... Mais enfim, Rafael fala CROLO o dia inteirinho, tudo para ele é o CROLO do avô rsss

Esse mês inciamos uma nova etapa na alimentação dele. A gastropediatra liberou alguns alimentos com leite para ver a reação dele. Ele tem cólicas, faz vômito, assaduras e dorme mal, toda vez que come algo com leite. Sem falar que no fim do ano ele evacuou sangue mais uma vez, então faremos um exame de fezes para verificar sangue oculto.

Ele come bem, não é a toa que está pesando 13,200 Kg e está acima do peso. Mais fico boba, ele não come diversas coisas que as crianças da idade dele estão acostumadas, como biscoitos, bolos, danone (dificilmentte dou o de soja da batavo), mingau de maisena e arroz...
Toma 3 mamadeiras de leite de soja puro a noite, muito raro eu fazer uma vitamina, já que estou proibida pela pediatra.  Estou evitando dar sucos prontos, ele tomava muito o ADES de pêssego, maça, maracuja e uva (nunca o de manga, melão, morango) mas contém muito acucar.

No almoço e jantar, o maximo que dou é uma colher de sopa, não cheia de arroz ou macarrão, mais não todos os dias, Feijão tbm não costumo dar todos os dias pq ele tbm dorme mal sentindo cólicas, substituo por lentilha as vezes. De resto continuo na sopa de legumes, com carne, frango ou peixe.

Nos lanches ele gosta muito de banana, só agora eu dei manga que ele adora. Gosta tbm de uva, maça, pera e mamão. Faço duas vezes ao mês gelatina para ele e reduzi tbm a geléia de mocotó que ele saboreia amassadinha com goiaba. Não dou muito pão, não pode comer qualquer um também por causa da alergia, o que ele gosta mesmo é panetone. Biscoitos somente club social ou pit stop.

Tem dormido bem, mais ou menos das 22 ás 8 da manhã, porém sempre vai para minha cama durante a noite. Após a primeira mamadeira ele não quer mais ficar no quarto dele de jeito nenhum. Tenho que esperar ele pegar no sono pesado, ai eu acabo dormindo rs

Com o primo Samuel Agusto



quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Birra ou pirraça

Rafael é mestre na pirraça, decidi ler um pouco a respeito e achei essa matéria bem interessante. Espero que nos ajude rss

BIRRA : A HORA DE DIZER NÃO PARA A CRIANÇA


Não é fácil lidar com os escândalos das crianças, mas os especialistas garantem: pais que sabem dizer não e sustentam essa posição têm mais chances de ajudar os filhos
Tudo começa com um chorinho quando o bebê não consegue satisfazer seus desejos – subir na mesa, pegar o controle remoto, não devolver o brinquedo do irmãzinho. Mas o primeiro mandamento para lidar com a birra infantil é não se desesperar.

Gritar e perder o controle só reforça esse tipo de comportamento da criança, que entende a sua reação como parecida com a dela. Quando o pequeno percebe que conseguiu tirá-la do controle e chamou a sua atenção, desconfia que você acabará cedendo, especialmente se estiverem em público. E, aí, salve-se quem puder.

Segundo a psicanalista infantil e familiar Anne Lise Scappaticci, de São Paulo, desde muito cedo as crianças aprendem a arte da manipulação. “Da mesma maneira que sabem que agradam quando são boazinhas, percebem que podem usar a birra para conseguir o que desejam”, diz.

A teima faz parte do comportamento infantil, como uma tentativa de a criança demonstrar certa independência e expressar suas vontades. E aparece por volta de 1 ano e meio de idade.

Quando a criança tenta conseguir o que quer através de showzinhos, a dica é dar um pouco de atenção, sem estender a bronca por horas. Você pode dizer que esse “não” é o jeito de conseguir o que ela quer e por causa disso não vai ter mesmo. E não fique assistindo ao espetáculo, a menos que a criança esteja se debatendo e corra o risco de se machucar.

“Nesses casos, aconselho a abraçá-la e ir conversando até ela se acalmar”, afirma Anne Lise. Se o incidente ocorreu numa festa de aniversário, por exemplo, assim que cessar, volte para casa. Depois de um escândalo como esse, a criança não pode ser recompensada com diversão.

Segundo Vera Iaconelli, psicanalista e coordenadora do Gerar – Instituto de Psicologia Perinantal, se o ataque for muito intenso e você estiver no shopping ou no parque, vale levá-la até o carro para se acalmar e, se for o caso, nem retornar. O problema é acabar com o programa dos irmãos ou da família toda. O ideal é tirá-la do local e mostrar que a birra não levará a nada, que você não mudará de ideia.

“Quando os pais aprendem a lidar com o filho, as birras diminuem. Depois de uma ou duas vezes, ele aprende que a teimosia não adianta e para de insistir. Se isso não acontece, é porque a criança descobriu que fazer cena funciona e ela sempre ganha a parada”, diz Vera.

A maneira de lidar com esses conflitos é decisiva. “Os pais precisam ser firmes, mesmo que o filho chore e fique com raiva deles. Se cedem a cada vez que ele fica desapontado, acabam criando uma pessoa que não suporta a frustração, tem dificuldades de relacionamento e fica malvista pelos amigos, que muitas vezes se afastam”, alerta Anne Lise.

O bebê está brincando, você precisa dar banho nele para sair, mas a criança não quer. Ele se rebela e chora. Nessas horas, o truque é mudar seu foco, chamando a atenção para objetos e pessoas de que ele gosta. Imagine se os pais ou os cuidadores sempre cederem a essa pequena rebeldia? Como conseguirão encontrar um momento para levá-lo à banheira? E quando ele ficar maior, serão os pais capazes de impor obediência?

A psicanalista Vera Iaconelli explica que a capacidade de aceitar regras vai se desenvolvendo ao longo do tempo e os pais não precisam fazer disso uma batalha, entrando em constante confronto com a criança.

“Alguns pais têm tanto pavor da birra que negam tudo, vetando qualquer chance de o filho se revoltar e descobrir por si só o que quer. O equilíbrio está em selecionar o não para coisas realmente importantes, como morder e bater nos outros ou nos objetos, colocar o dedo na tomada, atravessar a rua sem dar a mão.”

Se seu filho sempre se comporta como um birrento, atenção! “Apesar de ser frequente no universo infantil, o padrão indica um problema mais sério. É hora de procurar ajuda de um especialista. Do contrário, a birra fará a criança se fechar em uma ideia fixa, sem enxergar outras possibilidades”, alerta Anne Lise.

É difícil enfrentar um comportamento quando ele aparece pela primeira vez. E é muito comum a criança que nunca fez uma determinada birra um dia se atirar no chão e fazer manha, deixando os pais atônitos.

Uma das explicações para isso é a imitação. Ela pode ter visto o amiguinho fazer o mesmo, percebido que funcionou e tentar a sorte também. “O papel dos pais nessa hora é dizer não e tirar a criança do local. Ponto final. Não caia na tentação de passar meia hora falando, dando corda para uma atitude repreensível ou criticando a ação como se fosse a pior coisa do mundo”, diz Vera.

“Até os 5 ou 6 anos, a criança não consegue manter a concentração nas palavras por mais de 20 ou 30 segundos”, diz a psicóloga infantil e terapeuta familiar Suzy Camacho, autora do livro Guia Prático dos Pais (ed. Paulinas).

Por isso, é fundamental insistir nas regras. “Antes de sair de casa, converse com ela e deixe claro o que não será permitido. Dependendo da idade, ela pode esquecer, daí a necessidade de repetir a história muitas vezes, até que ela aprenda.

Antes de chegar ao supermercado, por exemplo, deixe claro o que será possível comprar entre as guloseimas de que ela gosta e quando poderá comer. Caso ela abra o iogurte ou o pacote de bolacha ainda na loja ou no carro, seja firme. Diga que não é hora nem lugar para comer aquilo e coloque o produto em local fora de alcance. “A estratégia é evitar o acesso fácil ao que é proibido e aguentar a birra, mesmo que se sinta constrangido por estar em local público”, afirma Anne Lise.

Muitas vezes, os pais acabam dizendo sim, sim, sim por pena de ver o filho sofrer. Quem nunca teve ímpetos de aceitar levar um brinquedo caríssimo só de olhar para a carinha de choro de seu filho, implorando no meio da loja, quando o combinado era não comprar nada?.

Segundo Suzy, no entanto, para criar pessoas equilibradas é preciso que os pais impeçam o filho de impor sempre sua vontade. “Quem não quer ter um ditador precisa dizer não. Crianças que nunca são contrariadas acabam se tornando adultos infelizes, irritadiços, agressivos, depressivos, já que o mundo não dá o mesmo sim incondicional dos pais”, afirma Suzy.

O limite, explica Vera, é uma forma de evitar a teima e deixar a criança mais segura. “A criança sem limite se sente culpada, sem chão, tem dificuldades para ficar longe dos pais. Quando eles são firmes, elas se sentem acolhidas e entendem que uma cena não os fará mudarem de ideia.”

“Se os pais forem coerentes com o que dizem e fazem, terão um filho disciplinado aos 7 anos e deverá seguir assim pelo menos até a adolescência, quando a rebeldia, uma nova forma de birra, ressurge em intensidade variada, dependendo de como a criança vem lidando com as frustrações”, conta Suzy.

http://bebe.abril.com.br/materia/birra-a-hora-de-dizer-nao-para-a-crianca